Museu do Telégrafo de Campina Grande


Sobre

O Museu do Telégrafo, como a maioria dos museus da cidade, conta com um pequeno acervo de diversos objetos antigos. A sua arquitetura segue o estilo art nouveau de um edifício de 1812, local que já deu espaço a uma cadeira da cidade. Atualmente, conta com um bom acervo de objetos históricos com manuscritos, documentos, fotografias e muito mais, tudo da época de funcionamento da primeira agência de telégrafos de Campina Grande. Os serviços postais na Província da Parahyba tiveram início em 15 de julho de 1829, após o decreto de reorganização do Correio Geral proposto por D. Pedro I. Correios e Telégrafos, em geral, funcionavam em lugares distintos. A fusão somente aconteceu em 1932, no governo de Getúlio Vargas. Em Campina, o correio funcionou inicialmente numa casa alugada, enquanto que o telégrafo foi instalado no antigo edifício da Cadeia Pública [atual Museu Histórico], construído em 1812. Naquelas masmorras esteve preso em 1824 o Frei Caneca, antes de chegar ao Recife para ser fuzilado. Conta-se que o campinense Manoel Alexandre ofereceu bolachas e peças de roupas, aliviando as agruras daqueles revolucionários que se achavam segregados, rotos e maltrapilhos. E no mesmo prédio, funcionou um posto telefônico conforme consta dos Anais da Câmara Federal: “Campina Grande, a bella porola da Borborema, viu sua estação telegráfica transformada em posto telefônico antes de ser inaugurada” (Anais do Parlamento Brasileiro: 1897, p. 73). Inaugurado em 13 de janeiro de 1896, o telegrafo campinense oferecia um serviço precário e irregular. O sistema de cabos interligava apenas alguns pontos do Estado que por sua vez registrava poucas agências. O custo das linhas era alto para a época, a primeira seção de Mulungu à Campina, por exemplo, custaram 615$600 réis para os cofres públicos (Annaes: 1897, p. 71). E o sertão paraibano somente foi alcançado no ano de 1906, com o prolongamento da rede inicial: “Onde convier: Fica o Governador autorizado na vigência da presente lei, a mandar prolongar as linhas telegraphicas do Estado da Parahyba, trecho de Campina Grande à Cabeceiras, de Pombal à Princesa, passando pela vila de Piancó e Misericórdia. Sala das sessões, 28 de novembro de 1906. (as) Simeão Leal”. Na Parahyba de 1900 as principais estações telegráficas eram: Alagoa Grande, Alagoa Nova, Areia, Bananeiras, Campina Grande e Parahyba (hoje João Pessoa). Na cidade Rainha da Borborema, os serviços de correios e telégrafos foram incorporados em 1933, passando a funcionar na Praça da Bandeira. O “novo” prédio dos Correios e Telégrafos, como o concebemos hoje, foi inaugurado na década de cinzenta.

Contato

Av. Mal. Floriano Peixoto, 825
proximo a arca de frutas.
Centro, Campina Grande - PB 58400-185

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de segunda a sexta das 08:00- 12:00 ; 13:00–17:00 hrs.

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